quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Destralhar - mais díficil falar do que fazer



Olá a todos,

hoje venho falar-vos de um assunto muito na moda ultimamente: Destralhar.

Desde os autores famosos como Marie Kondo, ou as recomendações do feng shui, ou até a tendência da população mundial em nos apegarmos a objetos ao invés de pessoas, o que é certo é que sejam quais as razões ou motivos ou inspirações, destralhar é mais fácil falar do que fazer...

No meu caso a coisa complica matematicamente... imaginem o que é enfiar toda a "tralha" de quem vivia num T3 espaçoso, num T1 moderado... pois não dá!

Por mais organização e arrumação a coisa está mais ou menos assim:



Dá mesmo vontade de ter um aspirador daqueles!

Não sei qual a vossa ideia mas se a tendência é que somos felizes com menos, será esse mesmo plano a executar (ajuda arranjarmos inspiração para conseguir arrumar a nova casinha).

Cá por casa chegámos ao ponto de a sala se ter tornado um repositório de caixas e mais caixas com coisas para desempacotar pelo que se tornou imperativo começar a ser mais selectiva.

Assim, desde roupa para dar (alguma já com donos, outra estou aberta a sugestões), outra que irá para os contentores novinhos distribuídos por Arroios em Lisboa, mas mesmo assim, levanto sempre algumas questões:

- O que fazer a alguns livros? Alguém sabe de bibliotecas que os recebam?

- O que fazer a aparelhos eletrónicos e antigos telemóveis (ainda funcionam)?

- O que fazer a loiças e afins que não uso e nunca vou usar?

Se alguém souber de destino mais agradável do que o lixo que me diga.

E bons destralhamentos :)




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